A lei protege a criança e garante o amparo ao pai em momentos difíceis. Caso a mãe faleça durante o parto ou no período em que estaria recebendo o benefício, o direito ao salário-maternidade é transferido ao pai sobrevivente. Ele receberá o pagamento pelo tempo restante dos 120 dias a que a mãe teria direito. O objetivo central é garantir que o recém-nascido tenha o cuidado necessário nos primeiros meses de vida, independentemente de quem seja o provedor.
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