
Um erro muito comum de quem solicita o auxílio-doença é comparecer à perícia com exames antigos ou laudos genéricos. O médico do INSS precisa de evidências atuais de que a sua incapacidade permanece ativa no momento da análise. Um documento de um ano atrás pouco diz sobre a sua condição hoje.
Um bom laudo médico deve ser legível e conter: o diagnóstico completo, o CID, a descrição detalhada das limitações físicas ou mentais e a data de início da incapacidade. Se o médico assistente puder descrever por que você não consegue realizar suas tarefas habituais, as chances de aprovação aumentam significativamente.
Lembre-se: o perito do INSS tem poucos minutos para avaliar cada caso. Facilitar o trabalho dele com documentos claros, organizados e conclusivos é a melhor estratégia para garantir que o seu direito seja reconhecido de forma rápida e justa.
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