A organização da documentação é o fator que mais agiliza (ou trava) a concessão do BPC. Muitos pedidos são negados simplesmente porque o INSS não conseguiu confirmar as informações por falta de provas sólidas. Além dos documentos pessoais básicos, o prontuário médico deve ser o mais completo possível.

Para idosos, o foco é a idade e a renda. Para pessoas com deficiência, os laudos médicos devem conter o CID (Classificação Internacional de Doenças), a descrição da limitação e se ela é de caráter permanente ou de longo prazo (mínimo de 2 anos). Receitas de medicamentos contínuos e laudos de terapeutas também são essenciais.

Por fim, não se esqueça das provas de residência e de despesas. Recibos de farmácia, notas fiscais de alimentação especial e comprovantes de aluguel ajudam a pintar o quadro real da dificuldade financeira. Com a documentação correta, as chances de aprovação aumentam drasticamente, evitando anos de espera em recursos demorados.

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