Desde 2019, o documento central para pedir o benefício é a Autodeclaração do Segurado Especial. Nela, o trabalhador detalha todos os períodos em que trabalhou na terra, os nomes dos proprietários, o tamanho da propriedade e os produtos que cultivava. É um documento onde o próprio cidadão relata sua história laboral.

Muitos erros acontecem nesta etapa. Se a autodeclaração apresentar informações contraditórias com o banco de dados do governo ou com os documentos apresentados, o benefício pode ser negado de imediato. O preenchimento deve ser minucioso, respeitando as datas de entrada e saída de cada propriedade.

Embora pareça simples, a autodeclaração é uma prova de fé pública. Informações erradas podem levar não apenas à negativa do benefício, mas também a problemas legais. Por isso, revisar cada período e confirmar se existem documentos para “ancorar” o que foi declarado é o passo mais importante do processo administrativo.

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