Com a modernização dos bancos, os contratos em papel foram substituídos por links de SMS ou WhatsApp que solicitam uma foto do rosto (selfie). Embora traga facilidades, a tecnologia também abriu brechas para fraudes.

Muitas vezes, o idoso recebe uma ligação sob o falso pretexto de:

  • Atualizar o cadastro do INSS;
  • Liberar margem de forma gratuita;
  • Realizar uma pesquisa de satisfação.

Ao fornecer os dados e a foto, um empréstimo indesejado pode ser gerado no sistema. A Justiça reconhece que, se o consumidor foi induzido ao erro ou se os mecanismos de segurança do banco falharam, o contrato deve ser considerado nulo.

Se você ou algum familiar foi vítima dessa armadilha da assinatura digital falsa, saiba que o ordenamento jurídico oferece ferramentas eficazes para anular esses descontos. O caminho adequado envolve a obtenção de cópias dos contratos alegados e a busca por orientação jurídica qualificada junto a um profissional habilitado ou órgão de assistência legal.

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