O Pix se tornou o meio de pagamento mais utilizado pelos brasileiros pela sua agilidade. No entanto, essa mesma rapidez tem sido explorada por criminosos para aplicar golpes financeiros cada vez mais sofisticados.

Quando uma pessoa é vítima de uma fraude e realiza uma transferência, surge uma dúvida comum: o banco pode ser responsabilizado por essa perda? A resposta depende da análise de falhas na segurança do próprio aplicativo bancário.

A jurisprudência brasileira entende que as instituições financeiras têm o dever de garantir a segurança das transações. Se o sistema do banco permitiu movimentações que fogem completamente ao perfil do cliente, sem nenhum bloqueio preventivo, pode restar configurada a falha na prestação do serviço.

O que fazer? Se você ou sua empresa passaram por isso, o primeiro passo é registrar o boletim de ocorrência e acionar imediatamente o Mecanismo Especial de Devolução (MED) do Pix junto ao seu banco. Como as negativas bancárias são frequentes, contar com a orientação de um advogado especializado em Direito do Consumidor é o caminho mais seguro para avaliar se houve falha do banco e buscar a devida reparação.

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