
Promessas de redução de parcelas e vantagens podem esconder novas dívidas. Descubra como a lei protege o consumidor idoso.
Você recebeu uma ligação oferecendo a redução das parcelas do seu empréstimo atual ou a oportunidade de “vender sua margem” para receber um valor em dinheiro? Fique atento, pois esse pode ser o início de uma das práticas abusivas mais comuns no mercado financeiro atual.
Muitos aposentados são induzidos a acreditar que estão fazendo um excelente negócio de portabilidade, mas acabam enfrentando problemas futuros.
Na prática, o que costuma ocorrer é:
- Abertura de um novo empréstimo consignado sem o consentimento real;
- Quitação do contrato antigo com juros embutidos;
- Alongamento do prazo de pagamento, fazendo com que a dívida se estenda significativamente.
O Código de Defesa do Consumidor é claro ao proibir que fornecedores de serviços prevaleçam-se da fraqueza ou ignorância do consumidor, tendo em vista sua idade ou condição social, para impingir-lhe produtos ou serviços. Toda operação de crédito deve ser transparente.
Se você identificar irregularidades ou promessas de “vantagens” que se transformaram em novas dívidas, saiba que a legislação protege sua renda. A orientação correta é buscar os órgãos de proteção ao consumidor ou um profissional da advocacia de sua livre escolha para analisar a legalidade da operação.
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