Muitos empresários veem os 90 dias de experiência apenas como uma burocracia inicial. Na verdade, essa é a sua janela de ouro para avaliar o fit cultural e a competência técnica do novo colaborador.
Use esse tempo para fornecer feedbacks constantes. Se o colaborador não performar conforme o esperado, encerre o contrato exatamente no prazo estabelecido para evitar a efetivação automática e os custos de uma demissão sem justa causa posterior.
O contrato de experiência é uma modalidade de contrato por prazo determinado cuja finalidade é a mútua verificação de afinidade. Juridicamente, o maior risco reside na prorrogação tácita ou irregular: se o contrato prevê 30 dias e o funcionário trabalha no 31º sem uma renovação formal assinada, o vínculo torna-se por prazo indeterminado automaticamente.
O custo de substituir um funcionário após a efetivação pode chegar a 3x o seu salário mensal devido a encargos e novos treinamentos. Documente feedbacks por escrito; se o desligamento ocorrer, você terá provas de que a decisão foi baseada em desempenho, minimizando alegações de dispensa discriminatória.
A prevenção é o melhor caminho para evitar passivos trabalhistas. Para esclarecer dúvidas ou obter suporte especializado, busque sempre a orientação de um advogado especialista.
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